
I couldn't tell you why she felt that way,
She felt it everyday.
And I couldn't help her,
I just watched her make the same mistakes again.
What's wrong, whats wrong now?
Too many, too many problems.
Don't know where she belongs, where she belongs.
She wants to go home, but nobody's home.
That's where she lies, broken inside.
With no place to go, no place to go, to dry her eyes.
Broken inside.
Open your eyes and look outside, find the reasons why.
You've been rejected, and now you can't find what you left behind.
Be strong, be strong now.
Too many, too many problems.
Don't know where she belongs, where she belongs.
She wants to go home, but nobody's home.
That's where she lies, broken inside.
With no place to go, no place to go, to dry her eyes.
Broken inside.
Her feelings she hides.
Her dreams she can't find.
She's losing her mind.
She's fallen behind.
She can't find her place.
She's losing her faith.
She's fallen from grace.
She's all over the place.
She wants to go home, but nobody's home.
That's where she lies, broken inside.
With no place to go, no place to go, to dry her eyes.
Broken inside.
She's lost inside, lost inside.oh oh
She's lost inside, lost inside.oh oh

Skye - Love Show
Recebi este texto do grupo Jovens Vegans , escrito pela Maura, e acho importante publicá-lo aqui. Li-o e reli-o na totalidade, mas não está aqui na íntegra, visto que as os textos muito extensos dão aquela preguiça...então cá vai:
O PREÇO DA CARNE!
Chineses costumam encarar qualquer coisa que se mova como um alimento à sua
disposição. Eles consideram o animal um mecanismo, um objeto, cuja dor e
sofrimento não nos dizem respeito. Ironicamente, os piores exemplos de maus
tratos acontecem na mesma Ásia onde nasceu o budismo - a mais benevolente e
avançada religião do mundo no trato com os animais.
Nos tristemente famosos "mercados de vida selvagem" asiáticos há de tudo: mamíferos, répteis, insetos, batráquios, tudo vai para gaiolas apertadas e
lotadas sem água nem comida.(...) As imagens mais chocantes registram o que esses mercados destinam aos cães. (...) Lá, cachorros são comida. E não se deixe enganar:
esses mercados chineses não existem para "matar a fome do povo". Chineses
pobres comem frango e peixe. Os cães são "iguarias" caras, assim como gatos,
escorpiões, cobras, enguias etc.
(...)Os cozinheiros acreditam que a adrenalina no sangue dos cães amacia a carne. Quanto mais
sofrimento, mais apetitoso o prato. Em nome dessa carne macia, a palavra de
ordem é torturar os cães até a morte. Eu já vi a foto de um pastor alemão
sendo enforcado na viga de uma cozinha, sendo puxado pelos pés. Eu já
testemunhei um vira-latas com as patas dianteiras amarradas para trás do
corpo e desisti de imaginar o tamanho de sua dor. Assisti ao vídeo de um cão
magrinho que foi mergulhado em água fervendo, retirado, teve sua pele
inteirinha arrancada e ainda olhava a câmera, tremendo junto à panela onde
foi cozido em vida.
A pergunta básica é: nós, humanos, temos direito a isso? Quem nos deu esse
direito? Temos o direito de jogar uma lagosta viva na água fervente? Temos o
direito de comer um peixe fatiado ainda vivo no seu prato num restaurante
japonês? Temos o direito de prender bezerros em lugares escuros,
imobilizados por toda sua curta vida, por um vitelo? Nosso paladar é tão
importante assim na ordem das coisas?
Um sabor diferente em nossas bocas justifica tudo?
A questão ultrapassa a esfera da ética e da civilidade. A Sars nasce no chão
imundo dos mercados chineses. A doença da vaca louca - permanente ameaça na
nossa pátria do churrasco - surgiu quando obrigamos o gado a se canibalizar.
O terrível ebola se espalha com cada homem africano que devora nossos primos
biológicos, gorilas e chimpanzés. Vírus mutantes saltam do sangue de aves
para o dos homens sem defesas naturais. (...)
Mercados chineses e churrascos africanos parecem fenômenos distantes. Mas o
brasileiro continua dependendo demais de alimentação animal. Temos uma
churrascaria por quarteirão, e numa cidade de 12 milhões de habitantes, como
São Paulo, contam-se nos dedos os restaurantes vegetarianos.
E ainda temos um lobby querendo ampliar a oferta de animais nas geladeiras: avestruzes,
capivaras, jacarés, tudo criado em cativeiro com carimbo do Ibama. A cada
nova espécie consumida pelo homem, mais uma mistura de vírus - algumas
combinações inofensivas, outras não.
Para tentar controlar essas doenças, cometemos mais brutalidade: enterramos
milhões de aves vivas, afogamos gatos selvagens em piscinas de desinfetante.
Provocamos o desastre e massacramos as vítimas. Temos um caminho
inteligente: racionalizar, humanizar e diminuir cada vez mais o consumo de
animais. Ou podemos continuar o banho de sangue. Aí, todos nós pagaremos
opreço.
Quando uma borboleta bate as asas na Europa, pode iniciar um furacão no
oceano Pacífico.
Sim, tou nas sombras...e o que pode ser melhor do que um poema de Florbela num momento assim???
Eu ...
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul brilhará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
letra: Zé Pedro, Xutos & Pontapés
Estás só. Ninguém o sabe. Cala e finge.
Mas finge sem fingimento.
Nada 'speres que em ti já não exista,
Cada um consigo é triste.
Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas,
Sorte se a sorte é dada.
Ricardo Reis

Só para ti
E assim me sinto agora:
Dócil onda de baixa-mar,
Que, em lentos passos, com demora,
Corre para beijar
O extenso areal dourado,
Corre para contemplá-lo
E ouvir o seu silêncio imperturbardo...
Corre para amá-lo!
E assim queria este momento:
Eu, a mística lua,
Tu, o soturno e negro firmamento
Envolvendo-me em ti...Sou tua,
A minha alma dedica-se a te venerar,
O meu corpo ao teu prazer...
E já nem os meus lábios conseguen beijar
Outros...Nem conseguem dizer
Nem as mãos conseguem escrever
Belas palavras que não para ti...
Eu sorrio à vida
Logo pelo amanhecer,
À visão de uma árvore florida!
Como pude eu quase perder
A minha vida tão preciosa,
Aquando do triste Inverno profundo?
Eu era uma noite fria e chuvosa,
Agora, com as minhas mãos, agarro o Mundo!,
As estrelas beijo uma a uma,
O sol, olho-o de frente!
Sou da noite a lua, do alvorecer a bruma,
Pairo sobre toda a gente!
Hoje sou feliz, bela e sã!
Amanhã, talvez triste, feia ou morta...
Mas quem conhece o amanhã?
O hoje é que importa!
Que faria uma borboleta no chão, como um ar atordoado? Estaria com dificuldades em voar ou será que não se tratava de uma dificuldade, e sim de uma incapacidade sem solução? Vi-me nela: também não sei se, de momento, não consigo ser feliz ou se nunca o serei.
Pensei pisá-la para acabar com o seu sofrimento. Estava a sofrer, sei que estava. Ou não é um sofrimento ter-se asas e, por qualquer motivo, não se poder voar? É.
Minutos depois veio uma borboleta pousar-me no braço; seria aquela que eu vira no chão? Provavelmente sim, deve ter conseguido levantar voo quando apaguei a luz da cozinha. Levantou-se do chão e veio até à luz. Concluí, então, que às vezes é preciso um pouco de escuridão para podermos encontrar uma nova luz.
Ao deitar-me, vi-a andar inúmeras vezes à volta da lâmpada do meu candeeiro, não sei com que propósito. Assim como também não sei por que é que, também eu, ando em círculos em volta de uma luz sem nunca ter conseguido tocá-la, senti-la.
De manhã abri a janela para sentir a brisa outonal e deixar que as nuvens chorassem sobre o meu rosto. Vi a borboleta entrar no meu quarto, em direcção á janela. Pousou na minha mão durante uns breves segundos. Senti uma emoção, uma pontinha de felicidade, aquela felicidade virginal de uma criança que consegue apanhar uma borboleta. Eu nunca tinha apanhado uma borboleta! Corrijo: eu nunca consegui apanhar uma borboleta.
Hoje, sem eu a tentar apanhar, veio uma pousar-me nas mãos e deixar-se contemplar por mim, como se eu não fosse um violento e insensível ser humano, e sim uma flor indefesa, serena, onde ela poderia pousar sem qualquer receio.
Agora percebo por que motivo hesitei quando estava prestes a esmagar a borboleta: ela tinha algo para me ensinar, ela fez-me pensar, reflectir sobre luz e trevas, felicidade, vida , morte, perseguição de objectivos.
Cheguei à conclusão de que,às vezes, é necessário estarmos embrenhados numa escuridão total para conseguirmos ver luz noutro lugar. Há luzes que nos deitam ao chão, portanto, mesmo sendo luzes, não são as que procuramos.
Enquanto há vida, há esperança. Certo é que às vezes a morte nos parece a única saída, mas se formos cobardes e incapazes de pôr termo à nossa vida podemos ser surpreendidos positivamente pouco depois. Se eu tivesse morto a borboleta, ela teria ficado inerte no chão enquanto eu acendia a luz de que ela necessitava. Era de outra luz que ela precisava, não da morte.
Por fim: perseguir agressivamente os nossos sonhos pode resultar em nada. Não creio que devamos ficar de braços cruzados, mas sim de coração puro, aberto à felicidade. E ela chegará no momento certo.
Grândola, Vila Morena
(José Afonso)
Grândola vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade
Dentro de ti ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Novo Dia
Acorda! É madrugada,
A noite já passou!
Sente o cheiro da floresta orvalhada,
O sol chegou!
Deixa-te, pelos seus raios, penetrar,
Envolve-te nos ares primaveris!
Ouve os pássaros cantar...
Sê feliz!
A noite não dura eternamente!
A escuridão dissolve-se depressa,
Tal como a vida. Por isso sente!
Nada há que não se esqueça,
Não há nada capaz de matar
Quem deseja viver
Para ver mais um dia chegar...
Neste mundo não há ninguém
Que me faça sofrer!
Eu estou sempre bem...

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